sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

De Volta pra Estante #11: Todo Garoto Tem.

   Esperem... vocês não mudaram de ideia, não é mesmo? Sobre se casar? Vocês não podem fazer isto. Simplesmente seria um horror! Um HORROR! Quer dizer, vocês dois são tão perfeitos um para o outro...
  
   Eu fiquei bem curiosa pra saber o que Cal Langdon tinha de tão especial para que a N. Ancalimë declarasse que ele era um dos amores literários da vida dela. Acabei passando este livro na fila, pra entender… e, bem, acho que vi o ponto de vista dela, se bem que, nesta série, eu prefira o Mitchell Hertzog, do “Garoto Encontra Garota”. Minha primeira impressão de Cal foi tão forte que não consegui me esquecer dela.
   O último livro desta série de Meg Cabot ainda tem algumas referências no The New York Journal, mas não tão forte quando nos anteriores. A obra ainda consiste em textos em palm-tops, mensagens por Blackberries e e-mails, além de cardápios muito apetitosos dos restaurantes por onde os personagens passam pelo caminho.  Depois de um tempo, a gente se acostuma com este estilo de narrativa…

todo garoto tem

Nome: Todo Garoto Tem (Every Boy’s Got One).
Autora: Meg Cabot.
Editora: Galera Record.
Sinopse: Essa era uma viagem que tinha tudo para dar certo: Holly e Mark decidem fugir para se casar numa vila do interior da Itália, tentando evitar o stress causado pela diferença de religião entre suas famílias. Para acompanha-los como madrinha, dama de honra e melhor amiga da noiva, a cartunista Jane Harris, uma mulher divertida e engraçada que mal pode esperar pela sua primeira viagem ao exterior. Mas é claro que Mark também convidou o seu melhor amigo, o jornalista internacional Cal Langdon, que passou os últimos anos em campos de guerra, plataformas de petróleo e outros lugares inóspitos.
Já no aeroporto, Jane e Cal sofrem de total ódio à primeira vista, e qualquer tentativa de aproxima-los parece ser totalmente inútil: enquanto Jane acha o jornalista um chato terrível, um cínico que não acredita em amor e nem ao menos conhece o personagem de quadrinhos criado por ela, a impressão que Cal tem da cartunista é a de uma mulher ligeiramente maluca para quem o fato mais impressionante a respeito do Coliseu é que Britney Spears gravou um comercial lá.Mas o que ninguém esperava era que somente esses dois pudessem salvar o casamento de seus melhores amigos. E, nessa inesperada união entre opostos, Cal e Jane acabam por descobrir que, mesmo que não pareça, existe algo que todo garoto tem... Eles precisam abandonar os problemas que têm um com o outro para ajudar os amigos a realizar o sonho do sagrado matrimônio. Será que Cal e Jane conseguirão deixar as diferenças de lado?
   Jane Harris é a madrinha de casamento de Holly e Mark, juntamente com Cal Langdon. Os dois, além de padrinhos, são os melhores amigos do casal, mas entre si eles não se dão muito bem: um não concorda com a opinião do outro, e não estão dispostos a ouvir e entender o lado do outro. E eles terão que passar o tempo todo juntos, para ajudar os amigos a se casarem em segredo. Sendo a fuga causada por causa da briga entre as famílias, acaba não se tornando uma coisa clichê. Aliás, o casal passará por poucas e boas para conseguirem se unir na Itália.

   Famílias que não aprovam a união, Itália… Isso te lembra alguma coisa? A história de Romeu e Julieta! O sobrenome de Holly, inclusive, é Caputo – que me lembra Capuleto – , mas, infelizmente… Não passam de meras coincidências. Em momento algum a trama de Shakespeare é citada no livro. E o sobrenome de Mark é Levine, então, nada a ver com Montéquio… D:
   As paisagens da Itália são bem descritas e convidativas. Os quatro ficam hospedados na casa do tio de Holly, que fica no interior do país, com certa proximidade de Roma. O lugar é bem rural, a casa ainda tem características que rementem a tempos antigos.
   Por fim, sobre a série em geral, posso dizer que não foi uma das melhoooores que eu já li, mas são boas sim. Os personagens têm vida, expressões reais, que saltam do papel, mas a trama em si não me conquistou de todo. Mesmo que Meg tenha tentado inovar com o estilo de narrativa (diários, recados na secretária eletrônica, e-mails), eu prefiro os livros ‘tradicionais’. Como vi em algum outro blog por aí, a expressão seria que ela é uma série que está fadada a ficar esquecida num cantinho da minha memória. Me confundi com os nomes algumas vezes, e tinha que parar na leitura para voltar e ver quem tinha falado o quê.
   Ainda bem que acabou! Me sinto de dever cumprido! õ/

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